CAUSAS EMOCIONAIS DAS DOENÇAS 
NOVA MEDICINA GERMÂNICA de Dr Rike Geerd Hamer 

DOENÇA - Se há doença é porque algum aspecto da vida não está fluindo adequadamente. Ela é manifestação de conflitos interiores. Antes da somatização surgem manifestações emocionais como angústia, depressão, medo etc. Assim como criamos as doenças, podemos destruí-las. A cura é uma combinação do tratamento físico com o reposicionamento interior.
I - SISTEMA CIRCULATÓRIO
I.1. - Coração - entusiasmo e motivação pessoal.
I.1.1. - Problemas cardíacos em geral - desânimo e desmotivação.
I.1.2. - Angina - firmeza aparente, que esconde amarguras e
sofrimentos. Dos falsos valores, perda da motivação e entusiasmo pela vida.
I.1.3. - Infarto - desmoronamento
I.1.4. - Taquicardia - entusiasmo reprimido.
I.2. - PRESSÃO ARTERIAL - fuga dos conflitos que envolvem a afetividade.
I.2.1. - Pressão Alta - fuga através da preocupação ou
dedicação excessiva aos afazeres.
I.2.2. - Pressão Baixa - fuga pelo esquecimento, desejo de
abandonar tudo.
I.3. - Sangue - expressão da individualidade, fiel representante da alma, que dávida ao corpo.
I.3.1. - Anemia - falta de ânimo e vitalidade.
I.3.2. - Coagulação sanguínea - (in)capacidade de se refazer
mediante as perdas.
I.3.3. - Hemorragia - desrespeito ao ritmo interno, ultrapassando os próprios limites e perdendo-se no que faz.
I.3.4. - Leucemia - ressentimento por não conseguir manter a
integridade na vida.
I.3.5. - Tipos Sanguíneos:
A - pessoas conservadoras, detalhistas, harmoniosas, prestativas, sem pretensõesde liderança.
AB - pessoas colaboradoras, cumpridoras de compromissos,
prestativas.
B - pessoas com autoconhecimento, que sabem o que querem, mas com dificuldades para lidar com os outros.
O - pessoas comunicativas, com capacidade de liderança,
convincentes,determinadas, expressivas
I.4. - Vasos Sanguíneos - senso de direção e limites.
I.4.1. - Aneurisma - negação da própria fragilidade e
limitações, abraçandocausas externas. Alta responsabilidade para se manter no poder e controle dasituação.
I.4.2. - Arteriosclerose - resistência ao novo.
I.4.3 - Flebite - intransigência e irritação diante de obstáculos.
I.4.4. - Trombose - pessimismo e limitação na vida.
I.4.5. - Varizes - estagnação numa situação desagradável,
frustração por não realizar idéias e objetivos. Fazer de tudo, menos o necessário.
II - SISTEMA DIGESTIVO
II.1. - Afta - autopunição por sentir-se despreparado e negar a própria capacidade.
II.2. - Dentes- decisão, vitalidade e força agressiva.
II.2.1. - Canal - índole, senso moral e familiar.
II.2.2. - Cáries - indecisão, perda da solidez interior.
II.3. - Diabetes - depressão, falta de docilidade, pessimismo.
II.3.1. - Hipoclicemia - ansiedade, resgate do tempo perdido.
II.4. - Digestão - elaboração e aceitação dos acontecimentos.
II.5. - Esôfago - realismo.
II.5.1.- Esofagite - constante irritação.
II.5.2. - Hérnia de hiato - sentimento de culpa.
II.6. - Estômago - processador das emoções básicas.
II.7. - Estomatite - sentimento de invasão e incapacidade de
sustentar o próprio ponto de vista.
II.8. - Faringe - aceitação dos fatos triviais.
II.8.1. - Faringite - irritação por não saber lidar com
episódios desagradáveis.
II.9. - Fígado - órgão da mudança, força agressiva.
II.9.1. - Cirrose - autodestruição.
II.9.2. - Hepatite - resistência ao novo, gerando bloqueios.
II.10. - Glândulas Salivares - sentimento de segurança.
II.10.1. - Caxumba - sentimento de impotência.
II.10.2.- Síndrome de Sjogren (SS) - revolta e indisposição
em absorver os episódios da vida.
II.11. - Hemorroídas - apego às mágoas do passado.
II.12. - Intestino Delgado - absorção e aproveitamento das
experiências de vida. Capacidade de entendimento.
II.12.1. - Diarréia - súbito desapego, sem elaborar a
experiência.
II.13. - Intestino Grosso - expressão dos mais profundos
sentimentos . Doação egenerosidade.
II.13.1 - Intestino preso - recusa na exteriorização dos
sentimentos.
II.13.2. - Prisão de ventre - meticulosidade, atrapalhar-se
com detalhes, contenção da espontaneidade.
II.14. - Língua - prazer e articulação da expressão.
II.15 - Mau Hálito - desejo inconsciente de distanciar as
pessoas.
II.16. - Maxilar - dosagem da força agressiva
II.16.1. - Gengiva - firmeza nas decisões.
II.16.2. - Gengivite - frustração por não conseguir sustentar
decisões.
II.17. - Náusea e Vômito - resistência e recusa a situações.
II.18 - Pâncreas - abrir-se para a vida e as pessoas,
extraindo o melhor da situação. Alegria e descontração em viver.
II.18.1. - Depressão no Pâncreas - quadro psicológico que
acompanha as principais doenças pancreáticas.
II.18.2. - Pancreatite - amargura, frustração e raiva.
II.19. - Suco Gástrico - resposta mental às situações da vida.
II.19.1. - Gastrite - atividade mental proporcionalmente
maior que os fatos.
II.19.2. - Úlcera - não se permite falhar nem compartilha os
problemas.Agressividade sufocada.
II.20. - Vesícula Biliar - sentir-se em condições de
enfrentar os grandes obstáculos da vida.
III - SISTEMA REPRODUTOR
III.1. - SISTEMA REPRODUTOR FEMININO
III.1.1. - Frigidez - bloqueios que impedem a entrega no ato
sexual.
III.1.2. - Mamas - feminilidade e afetividade, capacidade de
entrega e doação.
III.1.2.1. - Amamentação - capacidade de doação.
III.1.2.2. - Coceira - insatisfação com a dedicação ou a
forma como é tratada pelos outros.
III.1.2.3. - Flacidez - falta de sustentação interior, perda da autoconfiança.
III.1.2.4. - Mastite - conflitos durante a dedicação.
III.1.2.5. - Nódulos - bloqueios afetivos.
III.1.3. - Menstruação - renovação, desprendimento e
aceitação da feminilidade.
III.1.3.1. - Amenorréia - regressão na maturidade feminina,
apego a situações ou pessoas que foram marcantes.
III.1.3.2. - Menopausa - maturidade emocional.
III.1.3.3. - Outros problemas - rejeição da própria feminilidade, dificuldade em lidar com mudanças.
III.1.4. - Ovários - criatividade feminina
III.1.4.1. - Cistos - criatividade sufocada, culpa pelas
idéias que deram errado.
III.1.4.2. - Ovário policístico - confusão mental, dificuldade em expor idéias.
III.1.5. - Tubas Uterinas - elaboração das idéias, forma como
se expressa a criatividade.
III.1.5.1. - Infertilidade/esterilidade - sentir-se incapaz de
sustentar uma situação (igual para os homens)
III.1.5.2. - Laqueadura - influência negativa na elaboração
das idéias.
III.1.6. - Útero - natureza feminina, originalidade e espontaneidade.
III.1.6.1. - Miomas e Fibromas - deixar-se moldar pelo
externo, não preservarsua natureza íntima.
III.1.7. - Vagina - prazer na vida e no sexo.
III.1.7.1. - Coceira - expectativas frustradas em relação ao
prazer ou ao parceiro.
III.1.7.2. - Corrimento - profundos ferimentos afetivos ou
sexuais.
III.1.7.3. - Ressecamento - despreparo para o prazer.
III.1.7.4. - Vaginismo - falta de soltura e entrega ao prazer.
III.2 - SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO
III.2.1. - Pênis - prazer masculino, capacidade de concretizar os objetivos da vida.
III.2.1.1. - Disfunção erétil - autodepreciação, inferioridade e
fracasso navida.
III.2.2. - Próstata - caráter masculino.
III.2.2.1. - deixar de ser original e perder o caráter.
III.2.3. - Testículos - criatividade masculina.
IV - SISTEMA RESPIRATÓRIO
IV.1. - Brônquios - relação entre os mundos interno e externo, interação harmoniosa com o ambiente.
IV.1.1. - Asma brônquica - sentimento de inferioridade
disfarçado pelo desejo de poder e controle do ambiente.
IV.1.2. - Bronquite - dificuldade de relacionar-se com o ambiente. Incapacidade de expressar sentimento de agressão. Necessidade de chamar atenção, isolar-se ou fazer chantagem.
IV.2. - Fossas Nasais - primeiro contato entre o externo e o
interno, habilidade para lidar com os palpites e sugestões dos outros.
IV.2.1. - Gripe ou resfriado - confusão interior, despreparo
para lidar com mudanças, falta de confiança no novo.
IV.2.2. - Rinite - abalar-se pelas confusões do ambiente, não
se permitir errar, adotar comportamento exemplar.
IV.2.3. - Sinusite - profunda irritação com alguém bem próximo, decepção provocada pelas expectativas.
IV.3. - FENÔMENOS RESPIRATÓRIOS
IV.3.1. - Bocejo - mobilização orgânica para refazer-se do
desgaste físico ou da perda energética, desprendimento da negatividade agregada.
IV.3.2. - Espirro - impulso de defesa contra idéias ou energias
negativas.
IV.3.3. - Ronco - teimosia, rigidez de idéias.
IV.3.4. - Soluço - ansiedade e medo do desfecho de uma
situação.
IV.3.5. - Tosse - regressão dos impulsos agressivos e desejo
de atacar.
IV.4. Laringe - seleção e discernimento entre idéias e fatos.
IV.4.1. - Calos nas Cordas Vocais - revolta e aspereza na forma de falar.
IV.4.2. - Disfunções da Fala - contenção dos impulsos.
IV.4.3. - Engasgo - ser surpreendido por coisas que vêm
atravessadas.
IV.4.4. - Gagueira - incapacidade de falar por si, tolher-se
na expressão.
IV.4.5 - Laringite - irritação por não conseguir manter sua
força de expressão, frustração por não falar o que pensa.
IV.4.6. - Voz - via de expressão do ser.
IV.5. - Pulmões - órgãos de contato e relacionamento com a
vida e o ambiente.
IV.5.1. - Edema - apego emocional seguido de desmotivação e
perda da vontade de viver.
IV.5.2. - Enfisema - medo e negação da vida, dificuldade em
encarar os obstáculos.
IV.5.3. - Pneumonia - cansaço da vida, irritação por se doar
muito aos outros sem retorno.
IV.5.4. - Tuberculose - crueldade e desejo de vingança
sufocado.
V - SISTEMA URINÁRIO
V. 1. Bexiga - necessidade de aliviar tensões emocionais e
psicológicas.
V.1.1. - Cistite - irritação com o parceiro ou com as intrigas no
lar, traumas sexuais ou culpa pelas atitudes incorretas de alguém querido.
V.1.2. - Enurese noturna - emoções reprimidas, tensões e
medos liberados durante o sono.
V.1.3. - Incontinência Urinária - medo de perder o controle
emocional em situações afetivas.
V.1.4. - Uretrite - sentir-se irritado e chateado com as situações ao redor.

V.1.5. - Outros Problemas na Bexiga - apego a situações do
passado, frustração ,vitimismo.
V.2. - Rins - correspondem ao âmbito da parceria: capacidade
de amar e de se relacionar.
V.2.1. - Cálculos renais - apego às complicações afetivas.
Cultivar mágoas e cultivar excessivamente os entes queridos.
V.2.2. - Cólica renal - apego a quem ama, não admitir nenhum
tipo de ruptura no relacionamento.
V.2.3. - Outros Problemas Renais - dificuldades nos
relacionamentos
.fonte
www.novaera.org/saude/doencas_e_emocoes2.htm

 O excesso de comida ou a insuficiência está encurtando a vida dos seres vivos neste planeta.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


O Sol, fonte de alimento para os respiratorianos
Inédia é a suposta possibilidade de sobreviver sem alimentos - aprendendo a fazer fotossíntese.
 Respiratorianismo é um conceito relacionado, que afirma que comida e até mesmo água não são necessários e é possível viver somente se alimentando de luz solar.Nos últimos anos, o movimento foi popularizado pela australiana Ellen Greve, mais conhecida como Jasmuheen.
O consenso científico atual sobre nutrição e o bom senso normalmente aceito indicam que uma pessoa exposta a esse tipo de dieta, a longo prazo, acabaria morrendo de inanição ou desidratação.
Alguns respiratorianos se submeteram, durante muitos dias consecutivos, a testes médicos rigorosos em hospitais, incluindo muitos exames para verificar o estado de saúde do examinado, e também com câmeras filmando-os todos os dias, durante as 24 horas para garantir que nada fosse ingerido durante todos os dias em que estavam sendo testados e examinados no hospital. Um destes respiratorianos é Prahlad Jani (um indiano que alega não comer e não beber nada há 67 anos). Prahlad Jani foi submetido a testes em 2003 e em 2010, mas os resultados obtidos foram considerados confidenciais e não foram publicados em jornais científicos. Outra pessoa que passou pelos mesmos tipos de testes, com supervisão médica, foi Hira Ratan Manek, que é outro indiano, que alega viver sem comer e que se alimenta da luz do Sol. 
creandotuvida.com
CREANDO SU PROPRIA REALIDAD


"El doctor del futuro no dará medicina, pero interesará a sus pacientes en el cuidado del cuerpo, la dieta y en la causa y  prevención  de las enfermedades." Thomas A. Edison

COZINHA LEVE E SAUDÁVEL (Crudivuristas) SALADA DE CENOURAS Ingredientes: 3 cenouras cruas medias raladas 1 cebola vermelha pequena picada bem pequeno 4 CS passas de uva roxa 4 CS tempero verde picadinho folhas frescas de manjericão Molho: 4 CS suco limão 1 CS. de azeite de oliva 1 pitada cominho moído 1 Colherinha de chá de coentro em pó pimenta preta moida para salpicar Misturar suavemente o molho à salada. Rendimento 4 porções

Ecoidalia

www.vidaesaude.org

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Um alimento alcalinizante remove os íons de hidrogênio do corpo, tornando-o mais alcalino.

Alimentos formadores de ácido incluem:
Carnes e derivados de animais(leite,ovos,queijos.natas)
cereais e leguminosas:cevada, feijão (seco),pão, trigo,castanhas de caju,castanhas,chocolate,Farinha de milho, caroço de algodão, margarina, cogumelos, aveia, massas,centeio,espaguete, açúcar, xaropes, tapioca,nozes, trigo, gérmen de trigo.
Vegetais:Aspargos,chucrute,romã,ameixa, marmelo,ervilhas, nozes, arroz, nabos

Alimentos formadores de alcalinidade (alcalinos) incluem:
Ágar-ágar, couve, amêndoas, maçãs, alcachofra, banana, beterraba, folhas de beterraba, amoras, brócolis, couve de Bruxelas, bardana, repolho, melão, alfarrobas, cenoura, couve-flor, aipo, acelga, cerejas, cebolinha, coco, pepinos, endro, escarola, figo (seco), linhaça, alho, uvas, toranja, (doce), goiaba, alga marinha, repolho, alho-poró, limões, alface, limas, framboesas, manga, melão, milho, menta, melaço, amoras, melões, mostarda, nectarinas, quiabo, azeitonas, azeite, cebola, laranja, mamão, salsa, maracujá, pêssego, pêra, caqui, abacaxi, ameixa, abóbora, rabanete, uva, framboesa, ruibarbo, alface, soja, espinafre, abóbora, morangos, acelga, tangerina, nabos, óleos vegetais, agrião, melancia.

Alimentos formador de ácido e alcalino.
Deve-se notar que, porque um alimento é ácido não há qualquer indicação de que permanecerá ácido no corpo. Pode vir a se transformar em alcalino após a digestão.
Mel e açúcar mascavo geram cinzas alcalinas.
(fonte:vidaesaude.org)